
No primeiro piso do novo edifício da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, projectado por Álvaro Siza Vieira, passa a existir uma sala com o nome do poeta Fernando Pessoa. As outras duas salas do piso tomaram o nome de Saramago e de Camões. E entre 6 e 8 de Setembro serão os locais escolhidos para as reuniões dos chefes da diplomacia europeia, que se reunem em Viana do Castelo nessa altura.
Notícia via Diário Digital

Carlos Felipe Moisés, um prestigiado Pessoano Brasileiro, Professor de Literatura e Crítico Literário, vai leccionar, desde hoje, o curso "Poesia e Fingimento em Fernando Pessoa", no Instituto Agostinho Bettarello em São Paulo.Ao todo, serão cinco aulas e três encontros relacionados a este tema, sempre às quintas-feiras, das 20h às 22h30, entre os dias 16 de agosto e 11 de outubro.
Os contactos do instituto são os seguintes:
Instituto Agostinho Bettarello
Rua Teçaindá, 86, Pinheiros -
travessa da Avenida Rebouças, sentido bairro
Informações e Inscrições: instituto.bettarello@gmail.com

Tem lugar amanhã, Sábado 11, o passeio "Lisboa, 7.ª Colina", que segue os passos de Fernando Pessoa pela sua Lisboa. Começa no Martinho da Arcada e sobe para o Chiado e Bairro Alto. Promovido pelo Clube dos Entas, este passeio inicia-se às 17h e dura 2 horas, com 1 hora para lanche. As inscrições para este passeio devem ser feitas até dia 10 (hoje) e custam 25 euros, (lanche incluído), tel. 21 2452862 ou 96 0055526. Noticia via Guia da Cidade

A casa onde Fernando Pessoa nasceu e viveu até aos 5 anos, no Largo de São Carlos, em Lisboa, é agora a sede de uma Sociedade de Advogados, a ABBC. O Edificio pertencia a um fundo da Caixa Geral de Depósitos e tinha sido utilizado pela Companhia de Seguros Fidelidade-Mundial, sendo posteriormente colocado no mercado.A sociedade Azevedo Neves, Benjamim Mendes, Bessa Monteiro, Pedro Cardigos & Associados passa então a ocupar a totalidade dos 5 pisos do edifício, localizado em frente do Teatro de São Carlos, no Chiado.No entanto não nos deixamos de perguntar se não seria altura de o edificio ser património do Estado sendo nele colocado um instituto de pesquisa e Casa Museu sobre Fernando Pessoa, como em outros países institutos de investigação foram criados à volta de grandes vultos da cultura. A Casa Fernando Pessoa vai sendo uma fraca sombra de um tal projecto. Noticia via Casa Sapo

Francisco José Viegas, director da Casa Fernando Pessoa deu uma entrevista ao jornal diário Correio da Manhã, na qual discorre sobre várias questões ligadas à gestão actual e passada da Casa.Interessante a sua perspectiva sobre os cortes efectuados no pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, que, ao invés de terem prejudicado irremediavelmente a programação da Casa Fernando Pessoa a parecem ter estimulado a procurar financiamentos externos e sobretudo à racionalização de recursos. Segundo Viegas, "No primeiro ano, em 2006, era necessário reactivar a casa. A Casa Fernando Pessoa estava cheia de pó". Uma crítica implícita à gestão anterior de Clara Ferreira Alves que se demitiu em Janeiro de 2006 lamentando o orçamento "errático" para aquele equipamento dependente da CML e dizendo que em 2005 não teve recursos financeiros "para fazer nada" e que a revista Tabacaria, editada pela CFP, foi suspensa por falta de dinheiro.Certamente há aqui material para reflexão, para ambas as personalidades e também para o público interessado julgar por si mesmo ambas as gestões.