
Uma nova exposição patente na galeria Ikon, no Reino Unido, invoca (embora de maneira paralela) o universo Pessoano, pelo menos à maneira de inspiração. Intitula-se "On the Movement of the Fried Egg and Other Astronomical Bodies" e tem a autoria de dois artistas plásticos Portugueses: João Maria Gusmão e Pedro Paiva.
Eles descrevem o seu trabalho - que contém fotos, filmes em 16mm e instalações - como sendo uma "ficção poético-filosófica". Falando especificamente dos filmes (que constituem a exposição citada), eles "evocam estudos científicos, e são localizados em paisagens impossíveis de identificar ou estúdios pouco iluminados. Mas sempre silenciosos, aludindo a textos esotéricos e intelectuais".
Ambos os artistas citam Fernando Pessoa como inspiração-chave. Essa inspiração parece ter vindo da visão Pessoana dos opostos, da forma como ele conseguia defender, através de diferentes vozes, perspectivas opostas e mesmo contraditórias da realidade. Os filmes "etéreos" pretendem passar uma ideia de sonhos lúcidos, sugerindo um número infindável de perspectivas filosóficas a um mundo que não aceita a reconciliação.
Notícia via The Guardian
Eles descrevem o seu trabalho - que contém fotos, filmes em 16mm e instalações - como sendo uma "ficção poético-filosófica". Falando especificamente dos filmes (que constituem a exposição citada), eles "evocam estudos científicos, e são localizados em paisagens impossíveis de identificar ou estúdios pouco iluminados. Mas sempre silenciosos, aludindo a textos esotéricos e intelectuais".
Ambos os artistas citam Fernando Pessoa como inspiração-chave. Essa inspiração parece ter vindo da visão Pessoana dos opostos, da forma como ele conseguia defender, através de diferentes vozes, perspectivas opostas e mesmo contraditórias da realidade. Os filmes "etéreos" pretendem passar uma ideia de sonhos lúcidos, sugerindo um número infindável de perspectivas filosóficas a um mundo que não aceita a reconciliação.
Notícia via The Guardian